Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

- Calculando


- Não me venham com explicações, eu ainda não tenho a resposta daquilo que eu realmente quero ter. Nem me perguntem o que é, nem me digam o que pode ser. Simplesmente eu calculo, calculo e acabo sempre chegando a resultados diferentes. Acho que devo parar com isso. Calcular nos deixa inseguros, loucos, roucos e poucos. Quem ganha com isso são os lençóis amassados que de tanto se debruçarem em você tem mais alegria que o seu próprio sorriso. Isso não é legal, não mesmo. Quebrem as calculadoras vitais. QUEBREM!

PONTO!

Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

- Mentalista


- Naqueles dias frios ele olhava intensamente a janela que aos poucos se embaçava. O vidro escondia tantas coisas quando, simplesmente, deixava de se mostrar. Era como remontar um quebra-cabeças que se viu pela última vez há muito tempo atrás. Era assim. Tantas coisas avisadas e não cumpridas. Agora ele encontrou tantas coisas novas e não se deixará partir em 2 de novo. Não mais.

Ponto.

Domingo, 8 de Novembro de 2009

*Musicas*


Vou acabar postando mais musicas que falem do meu momento atual do que textos de meu próprio punho, devido a falta de tempo. Espero que compreendam, beijão.

Na voz de Claudia Leita - Falando Sério.

Falando sério
É bem melhor você parar com essas coisas
De olhar pra mim com olhos de promessas
Depois sorrir como quem nada quer

Você não sabe
Mas é que eu tenho cicatrizes que a vida fez
E tenho medo de fazer planos
De tentar e sofrer outra vez

Falando sério
Eu não queria ter você por um programa
E apenas ser mais uma em sua cama
Por uma noite apenas e nada mais

Falando sério
Entre nós dois tinha que haver mais sentimento
Não quero seu amor por um momento
E ter a vida inteira pra me arrepender

PONTO!

Domingo, 25 de Outubro de 2009

O mundo realmente é um moinho?


"Uma frase que resumiria tudo hoje? A única certeza que eu tenho é que não tenho certeza de PORRA nenhuma mais!"

- É isso.

PONTO.

Domingo, 18 de Outubro de 2009

*A noite*

E enquanto a chuva caía
Enquanto o frio aquecia
Enquanto a dor ainda dormia
Enquanto a manhã não se tornava vazia
Ele entrou na fila para comprar ilusões
Se desesperou ao perceber
Que a moeda que ele tinha
Não servia para a compra desejada
Comprou então realidades, duras, cruas
E enquanto tudo ainda era noite
Ele tentou delas fazer dia
Ele tentou delas fazer sua força
Ele tentou delas fazer sua vida
E foi tudo isso o que ele sempre foi capaz de fazer
Das realidades suas verdadeiras ilusões.

Derley.

Domingo, 5 de Julho de 2009

é só saber achar.


"Como Posso Fazer? Talvez o 0 se transformasse em 1 quando o próprio 0 entendesse que pra ser 1 ele precisava de mais 1, mesmo sabendo que isso não parecia lógico, já que o resultado seria 2. Você poderia pensar sobre as 8 noites em que eu passei acordado olhando o céu, ou talvez nos 8 dias em que você passou pensando como poderíamos conversar melhor, poderíamos pensar que juntos temos todas as 9 maneiras de fazermos o mundo acontecer pra nós. Ao invés de olharmos os traços como problemas, deveríamos olha-lhos como quebra de barreiras, deveríamos ver que tudo é 4 vezes mais quando o 0 pode estar completo ao fim, na soma estranha que forma o amor. Realmente Gastaríamos pouca força pra compreender que 9 grandes desafios, podem se diminuir pra 7, e se minimizarmos 8 dos 9, tudo poderia se resolver mais fácil. Num caminho onde não se olha sempre pro sol, onde se vê a chuva pelo menos de 8 em 8 estações, torce-se para que o mundo gire e que quando chova na próxima estação do 8, o 0 possa estar completo e que isso por si só se faça prolixo e protetivo. Porque nessa soma de números estranhos, o amor continua, os sorrisos sinceros e bobos, as telas azuis, os perus da sadia e as pessoas com down. É, o amor continua..."

PONTO.

(desconexo?! HAUHUAUH Não liguem, tem outro motivo esse texto).

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Circular.

"Os óculos ainda escondem a mesma expressão, o mesmo medo, a mesma incerteza. As coisas que mudam sempre estagnam no mesmo ponto e quem sabe o erro se repita apenas mais uma única vez. Eu sempre quis ser o meu próprio herói, e, na verdade, o sou. Quando me escondo de todo mundo e busco as respostas, quando me escondo de mim mesmo e acho coisas que eu não procurava, quando eu apenas me vejo de uma maneira mais sutil. Talvez eu me importe demais com coisas que eu não devia, mas é que o meu herói interior sempre quer salvar a situação, salvar o mundo e a razão e acaba esquecendo dele mesmo, acaba se perdendo no caminho. Porque então eu deixaria isso me levar se não porque eu preciso disso. Porque eu me deixaria sentir sozinho se não porque isso me faria mais junto, mais completo. Eu sei, eu posso fazer tudo o que eu quero quando ninguém vê e, até mesmo, quando todos me olham assustados pensando nas coisas que eu disse ou pensei. Eu deixei a hipocrisia ali atrás, passei a assumir e sentir o que eu queria e o que eu devia e vou sempre seguir meu caminho assim, na mais quente das sensações. Um dia eu disse que eu tinha a necessidade de sentir a tempestade, grande e turbulenta, o vento forte no rosto. Um dia eu disse que tinha a necessidade de entender porque eu era como o próprio vento. Um dia eu pensei. Lá atrás eu vi coisas e olhei pra tudo novamente. Ainda hoje olho, mas com coisas novas, olhos diferentes. Hoje eu não quero entender porque eu sou como o vento forte de uma tempestade, eu apenas aceito. Aceito assim como algum dia aceitei a dor, o medo, o frio, a ânsia. Hoje apenas o vento vive em mim. Hoje apenas penso nas palavras de uma grande mãe, sábia, que um dia disse: "esse vento da noite é seu, vocês se completam, são um só". E até hoje é assim. Apenas como o vento, circular, ameno e forte. Apenas como o vento..."

PONTO!